28 de jan. de 2014

Mudanças do Sabbath


Em 1972, o respeitado BlackSabbath lançou o álbum Vol.4. Entre as bordoadas sonoras como “Wheels of Confusion”, “Tomorrow’s Dream” e “Supernaut” encontrava-se “Changes”, uma balada a retratar os desencantos do amor. Além da levada mais intimista, caracterizada pela melodia composta pelo guitarrista Tony Iommi, a letra baseava-se na história do Bill Ward (baterista do grupo inglês na época) com sua primeira esposa. A canção ganhou diversas interpretações ao longo das décadas, como esta gravada pelo soulman estadunidense Charles Bradley em parceria com o Budos Band. A voz e os ataques de metal deram um toque todo especial à versão original, cantada pelo multifacetado e inconfundível Ozzy Osbourne.



14 de jan. de 2014

The Reatards

Apesar de sua contemporaneidade, este trio do Memphis, no Tennessee, resgata os três acordes e aquela textura sonora suja, características inerentes às bandas punks dos anos 1970 e 1980. Abaixo, o Cantos e Cantigas compartilha "I'm so gone", faixa do disco Teenage Hate, lançado pela Gone Records, em 1977.

9 de dez. de 2013

Ao vivo na Europa


Acompanhado de Wayne Shorter (sax), Herbie Hancock (piano), Ron Carter (baixo) e Tony Williams (bateria), o inquieto Miles Davis coloca em prática os novos caminhos jazzísticos durante a turnê europeia, em 1967 e 68. Durante as apresentações, o público presente foi abençoado com composições emblemáticas dos discos E.S.P. (1965), Miles Smiles (1966), Sorcerer (1967) e Nefertiti (1967), todos com a formação deste quinteto absurdo, produção do respeitado Teo Macero e lançados pela gravadora Columbia. Em relação ao estilo, os instrumentistas transitam com extrema sensibilidade e técnica a linha sonora entre o bebop e o modal, duas vertentes distintas do jazz exploradas de maneira única pelo trompetista.

Mais: www.milesdavis.com

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