Mostrando postagens com marcador funk. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador funk. Mostrar todas as postagens

24 de abr. de 2014

City Living

Os sete instrumentistas de sopro e um baterista canalizam a força motriz do Hypnotic Brass Ensemble, de Chicago, EUA, que apresenta uma sonoridade jazzística de primeira grandeza, mas longe de imitar os standards do gênero. Sempre com uma linguagem urbana, originária das influências do funk, soul e hip-hop, o HBE acaba de compartilhar o videoclipe de “City Living”, faixa integrante do disco Fly: Customs  Prelude

20 de mai. de 2013

O mestre em cena

Mestre dos toca-discos, o KL Jay mostra sua arte dentro e fora dos Racionais MC´s. Pura festa com as eternas bolachas!

14 de dez. de 2012

Funk ganês

Nascido nos anos de 1970, a The Apagya Show Band representa os ritmos africanos (do norte) com o peso sonoro do funk estadunidense. Formado por Gyedu Blay Ambolley (vocal), Ebo Dadson (sax), Ebo Taylor (guitarra), Bob Pinado (percussão), Ernest Honny (teclado), Ewusi Wada (bateria), Negro (baixo) e Kramwell (trompete), a musicalidade setentista emanada pela banda ganesa chega ao Cantos e Cantigas em "Ma Nserew Me". Som atemporal para qualquer par de ouvidos menos acomodado.


28 de jun. de 2011

BSSM: o épico redhotiano completa 20 anos

Ano de 1991, o basquete da NBA apresentava o mais seleto time de jogadores de todos os tempos. Os bonés de oito linhas com logo do Chicago Bulls, Los Angeles Lakers, Seatlle Supersonics ou Orlando Magic faziam a cabeça da rapaziada mundo afora. Na cena musical, o rap proliferava pelo planeta enquanto o rock se revigorava, conquistando a nova geração pelo fenomenal Nirvana. Em meio a esta efervecência, o Red Hot Chili Peppers chega com uma obra que, ao lado de Nevermind, do Nirvana, marcaria o início da última década do século XX.

Entitulado de Blood Sugar Sex Magik, o álbum apresenta o ápice da sintonia sonora do quarteto que surgiu em 1983, na Califórnia, EUA. Percorrendo os sulgos do disco, percebe-se as  linhas suingadas emandas da cozinha chefiada pelo harmônico-psicodélico baixista Flea em combinação à quebradeira percussiva de Chad Smith. Na guitarra, o prodígio John Frusciante materializa suas influências sônicas. Solos cadenciados e riffs potentes completam a base instrumental de BSSM. Para completar, o inquieto Antony Kiedis lança suas frases: ora pervertido, ora reflexivo, ora sarcástico, ora alucinado.

A química dessa obra que já completa duas décadas parece não se dissolver pelas leis do tempo. Talvez seja pelas mãos de Rick Rubin na produção. Talvez seja pelo espaço onde se registrou as músicas deste quinto trabalho do grupo: a mansão onde viveu o lendário mágico Harry Houdini. Na real, pode ser,  simplesmente, o puro feeling de uns garotos que buscavam um pouco mais de diversão quando se juntavam para tocar.

18 de jan. de 2011

James Brown e a trilha das ruas

Décadas de 1960 e 1970. A cidade da Nova Iorque está longe de ser a meca do glamour. O racismo é latente dos bairros periféricos, como Harlem, Bronx e Brooklyn, à central Manhattan. A criminalidade e a corrupção policial ditam as regras da ilha.

Esta realidade gangster é o pano de fundo do Black Caesar, de 1973. O filme de Larry Cohen, remake de Little Caesar, de 1931, traz a ascensão e queda do personagem Tommy Gibbs, um negro de fino trato que entrou na escola da máfia nova iorquina, estagiou na prisão e se formou como o dono do pedaço.


Entre tiroteios, socos, acertos criminosos e as demais características da marcante cena Blaxpoitation - linha cinematográfica referenciada por Quentin Tarantino -, o suingue pesado de James Brown dá o tom sônico do começo ao fim do longametragem. Esta empreitada do Godfather of Soul conta com Fred Wesley, trombonista e líder da banda JB´s, fazendo sua estréia na trilha desta obra audivisual.

A potente "Down and out in New York City", sampleada por muitos rappers, conduz  a introdução de Black Caesar. A seguir, entram "Blind Man Can´t See It", "Sportin´ Life", "Darty Harri""The Boss" e por aí vai. Em meio ao vocal inconfundível de James Brown, surge "Mama Fellgood" com a voz de Lynn Collins em primeiro plano.

Se as imagens ficaram datadas e o figurino perdeu o estilo pelas marcas brasileiras que apenas copiam os "gringos", a música atemporal cai bem nas caixas de som e nos fones de ouvido da rapiziada ligada ao funk e à música.

20 de dez. de 2010

Fim de ano à la Kuti


Femi Kuti e seus 12 músicos emanam o suingue nigeriano.
Sesc Santo André - SP 2010

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...